UM POUCO DE HISTÓRIA

Em funcionamento há 76 anos, o Mercado Central, um dos maiores pontos turísticos de Minas Gerais, vem se destacando no comércio varejista e atacadista. Com a presença marcante de aproximadamente 2.500 trabalhadores são oferecidos serviços e produtos variados. Lá são encontrados carnes nobres, verduras, frutas e temperos que só são vendidos no Mercado. É também um local de serviços, ele abriga dois bancos, drogaria, loteria e salão de beleza.

Durante os anos 20, quando ainda pertencia a prefeitura, o público do Mercado Central era composto praticamente de grandes e pequenos agricultores. Em 1964 foi leiloado por motivos de falta de renda da prefeitura para manter o local, foi arrematado pelos próprios lojistas, na primeira privatização em Minas Gerais. A decisão inicial dos novos donos foi formar uma associação administrativa entre eles, a qual foi responsável por todas as reformas internas e externas do Mercado. Com nova fachada, maior número de lojas e maior conforto a seus clientes, o público freqüentador do Mercado começou a mudar, além de agricultores, é possível encontrar por seus corredores, empresários, engenheiros, madames, advogados e até mesmo a primeira dama da Alemanha, que esteve no local em 2001.



Escrito por Eugênio às 16h08
[] [envie esta mensagem]



NÚMEROS DO MERCADO CENTRAL

15 MIL pessoas por dia sendo nos finais de semana 20 MIL.

5 turistas por dia, visitam o Mercado, segundo dados da Belotur

R$200 MIL Faturamento mensal da associação do Mercado.

420 Número de vagas disponíveis no estacionamento para os clientes.

R$ 150,00 à R$350,00 valor do condomínio que todos os lojistas pagam, dependendo do espaço ocupado e localização da loja.



Escrito por Mariana às 09h55
[] [envie esta mensagem]



OPINIÃO DE QUEM FREQUENTA O MERCADO

O empresário Cezar de Paula, freqüentador do bar há mais de 20 anos, diz que é possível encontrar de tudo no Mercado. "Me sinto à vontade, venho com a roupa que eu quero sem frescuras. Aqui tem de tudo, enquanto tomo minha cerveja, minha família fica fazendo compras pelo Mercado". Outro freqüentador do local João Paulo Ribeiro, engenheiro de marketing, de 36 anos, explica que locais como esse onde há uma unificação de diversos produtos, segurança especializada, bom atendimento e qualidade, vale a pena pagar um pouco mais por esses serviços.



Escrito por Mariana às 11h19
[] [envie esta mensagem]



Classe alta de Belo Horizonte ignora os luxuosos estabelecimentos da cidade, e vão ao Mercado Central em busca de produtos nobres e serviços personalizados.

Enni Valença sócia do salão de beleza "Cabelo e Cor", com duas lojas dentro do Mercado, segue a tradição da família que já trabalha no ramo há 30 anos. Escolheu o Mercado por opção e foi surpreendida com a classe que passou a freqüentar o estabelecimento. "Com certeza a grande maioria do público que vem ao salão é da classe AAA" define Enni. Além de serviços que variam entre R$20.00 à R$180.00, são vendidos produtos importados como shampoos, cremes e outros atrativos para a beleza com preço entre R$20.00 à R$120.00."Utilizamos as sugestões de preços definidas pelos próprios representantes das marcas, assim a pessoa não vai encontrar um preço menor", revela. "Nosso atendimento é muito personalizado. Nós não somos exclusivos em marca nenhuma, tenho uma concentração variada de marcas e produtos bons, conto com 15 profissionais, que atendem cerca de 40 clientes ao dia, funcionamos todos os dias do ano, inclusive feriados", acrescenta.



Escrito por João às 22h24
[] [envie esta mensagem]



O restaurante Casa Cheia com o tira-gosto Mineirinho Valente foi eleito o grande vencedor da sexta edição do Comida di Buteco de 2005. Concorreram dezoito bares e restaurantes da capital com vários tira-gostos diferentes.

Minas Gerais é conhecida em todo Brasil por sua arte culinária. Belo Horizonte com o concurso fez aumentar ainda mais o comsumo da famosa comida mineira.

O criador do tira-gosto diz que os frequentadores vão ao local independente dos prêmios porque o consideram agradável e familiar.

Sobre o nome do prato Mineirinho Valente o criador diz que é devido às misturas de ingredientes. Canjiquinha, costela de porco desossada e temperada com vinho, linguiça caseira, espinafre e queijo. No final basta um toque da pimenta biquinho.

O preço do tira-gosto é de 8,90. As pessoas que lá frequentam acham o valor alto para que todas as pessoas tenham a oportunidade de apreciar.

Todo o trabalho no restaurante é feito pelos primos, filhos e irmãos do proprietário.

A família Jesus diz que o clima de trabalho é muito saudável e esperam que em 2006 possam concorrer e ganhar novamente o Comida di Buteco.

Casa Cheia – Belo Horizonte-MG  - Av. Augusto de Lima, 744 – Loja 167 – Centro (Mercado Central)
Fone: (31) 3274-9585



Escrito por Karla às 22h23
[] [envie esta mensagem]



A CARA DO MERCADO

http://www.uweb.ucsb.edu/~rwk/ images/mercado_central.jpg



Escrito por João às 21h59
[] [envie esta mensagem]



     

Este blog foi criado com o intuito de divulgar os textos dos alunos de Jornalismo do Centro Universitário UNA.

O tema principal é o Mercado Central, localizado no centro de Belo Horizonte, há mais de 76 anos. É um dos maiores pontos turístico de Minas Gerais. Vários subtemas foram abordados, dentre eles a diversidade de pessoas e classes sociais que visitam o Mercado.

     

 

 



Escrito por João às 21h41
[] [envie esta mensagem]



[ ver mensagens anteriores ]


 


Histórico
27/11/2005 a 03/12/2005
20/11/2005 a 26/11/2005
13/11/2005 a 19/11/2005
06/11/2005 a 12/11/2005


Votação
Dê uma nota para meu blog


Outros sites
Centro Universitário Una
Mercado Central
Novas Mídias
Queijos e Cães
Competição dos Bares
História do Mercado
Flores e Artesanato
Religiosidade no Mercado